Geração Z e o futuro do trabalho: o que essa geração espera das empresas hoje 

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Entenda como a Geração Z está redefinindo o futuro do trabalho e o que as empresas precisam fazer para atrair, engajar e reter talentos por meio de experiências cocriadas. 

A transformação do mundo do trabalho já está em curso e a Geração Z ocupa um papel central nesse movimento. Mais do que se adaptar às mudanças, esses jovens profissionais estão redefinindo expectativas, influenciando culturas organizacionais e pressionando empresas a evoluírem suas propostas de valor para pessoas.  

A partir dos dados do estudo global “Cocriando Experiências no Ambiente de Trabalho”, da Sodexo, exploramos como a Geração Z está enxergando o mundo do trabalho e quais caminhos as empresas podem seguir para atrair, engajar e reter talentos a longo prazo.

Uma geração que quer trabalhar com sentido, equilíbrio e impacto  

Diferentemente de gerações anteriores, a Geração Z não separa vida pessoal, propósito e carreira. Segundo o estudo, qualidade de vida supera promoções rápidas para 49% desses jovens profissionais, enquanto 40% afirmam querer gerar impacto social no trabalho. Além disso, o equilíbrio entre vida pessoal e profissional lidera a lista de critérios na escolha de um empregador.

Esse comportamento reforça um ponto-chave: para a Geração Z, o trabalho precisa fazer sentido no dia a dia, não apenas no discurso institucional.

Bem-estar como base da experiência no trabalho  

Os dados também revelam um alerta importante. 65% dos profissionais da Geração Z relataram ter enfrentado ao menos um problema de saúde mental nos últimos dois anos, o que reforça a urgência de ambientes de trabalho mais humanos, flexíveis e atentos às necessidades individuais.  

Nesse contexto, benefícios tradicionais já não são suficientes. Essa geração valoriza experiências integradas de bem-estar, que envolvem:  

  • Flexibilidade real de horários e modelos de trabalho;  

  • Ambientes que favoreçam pausas, interação e recuperação de energia;  

  • Alimentação saudável e acessível como parte da rotina;  

  • Serviços que reconheçam o colaborador como indivíduo, não como recurso.  

  • Criar experiências que apoiem o bem-estar físico, mental e emocional deixou de ser diferencial e passou a ser pré-requisito. 

 

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Flexibilidade e autonomia não são negociáveis  

A Geração Z cresceu em um mundo digital, dinâmico e altamente conectado. Por isso, responde mal a estruturas rígidas e hierarquias engessadas. O estudo aponta que esses profissionais são agentes de mudança na demanda por modelos mais flexíveis, como jornadas reduzidas, trabalho híbrido e até compartilhamento de funções.  

O debate para a Geração Z não é apenas sobre presença física, mas sobre autonomia, flexibilidade e qualidade da experiência de trabalho. Ambientes que oferecem autonomia, confiança e liberdade tendem a gerar mais engajamento, criatividade e senso de pertencimento.

Propósito e sustentabilidade como critérios de escolha  

Outro dado revelador mostra que 80% da Geração Z se dizem menos engajados quando a empresa não se posiciona sobre questões sociais, e pesquisas complementares indicam que muitos jovens já trocaram ou pretendem trocar de emprego por preocupações ambientais.  

Sustentabilidade, para essa geração, não é uma ação pontual ou um selo institucional. É parte da cultura, da operação e da experiência diária. Iniciativas como redução de desperdício, alimentação sustentável, transparência sobre impactos e envolvimento dos colaboradores em metas ambientais fortalecem vínculos e ampliam o engajamento.

Cocriação: quando ouvir não é suficiente  

A Geração Z também traz uma mudança importante na relação com as empresas: ela quer participar das decisões. O estudo mostra que 61% dos jovens acreditam ter poder para promover mudanças dentro das organizações, o que reforça a importância de práticas de escuta ativa e co-criação.  

Isso significa ir além de pesquisas de clima. É criar canais contínuos de diálogo, testar soluções junto com os colaboradores e ajustar experiências em tempo real, desde o design dos espaços até os serviços oferecidos no dia a dia.

 

O papel das empresas na construção do futuro do trabalho  

Entender a Geração Z não é apenas uma questão geracional. É um exercício de preparação para o futuro. As expectativas que hoje parecem específicas desse público tendem a se tornar o padrão para toda a força de trabalho nos próximos anos.  

Empresas que desejam se manter relevantes precisam:  

  • Redesenhar experiências com foco em pessoas;  

  • Integrar bem-estar, flexibilidade e sustentabilidade;  

  • Criar ambientes que estimulem conexão, pertencimento e propósito;  

  • Cocriar soluções com seus colaboradores, de forma contínua.  

Na Sodexo, acreditamos que experiências extraordinárias no trabalho nascem do equilíbrio entre pessoas, espaços e serviços. Ao compreender e responder às expectativas da Geração Z, ajudamos organizações a construir ambientes com mais hospitalidade e experiências gastronômicas que tornam os locais mais humanos, resilientes e preparados para o que vem pela frente. 

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