5 aprendizados do Safety Walk que fortalecem a cultura de performance e segurança  

 Três profissionais em área industrial conversam em frente a um equipamento de incêndio. Dois usam uniforme da Sodexo, com capacete, óculos de proteção e EPI, enquanto o terceiro veste colete verde de segurança (HSE).

Uma abordagem que reforça a segurança das pessoas e dos alimentos como um compromisso contínuo, coletivo e essencial. 

Assinado por Heitor Junior, Diretor de HSE.

O Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho, celebrado no dia 28 de abril, é um convite à reflexão sobre a importância de ambientes cada vez mais seguros, saudáveis e humanizados. Mais do que uma data, ele reforça um compromisso contínuo: colocar a segurança como pré-condição das decisões, e no centro das atitudes diárias dentro das operações.

Na Sodexo, esse compromisso se traduz em práticas concretas como o Safety Walk, uma iniciativa que fortalece a cultura de performance e segurança por meio da presença, da escuta e do diálogo.  

 

O que é o Safety Walk?

O Safety Walk é uma abordagem estruturada de segurança das pessoas e dos alimentos, que consiste em visitas ao ambiente de trabalho para observar atividades, identificar riscos, reconhecer comportamentos seguros e, principalmente, dialogar com os colaboradores sobre suas rotinas. Trata-se de um momento de escuta ativa e troca, no qual a liderança se aproxima da operação para compreender desafios, reconhecer boas práticas e promover melhorias continuamente.

Essa abordagem reforça que a segurança das pessoas e dos alimentos se constrói no dia a dia, a partir da presença, do diálogo e do exemplo dos líderes. Ao incentivar conversas abertas e um ambiente psicologicamente seguro, ele contribui para fortalecer a cultura de prevenção, engajar as equipes e transformar comportamentos, tornando o cuidado com as pessoas parte essencial de cada atividade.  

 

1. A segurança começa com a presença ativa da liderança

Um dos principais pilares do Safety Walk é a atuação direta dos líderes no ambiente operacional. Ao sair do escritório e ir até onde o trabalho acontece, a liderança demonstra, na prática, que a segurança das pessoas e dos alimentos é um valor inegociável.

  • Essa presença ativa da liderança:
  • Fortalece a confiança das equipes
  • Aproxima líderes e colaboradores
  • Permite uma visão mais realista dos riscos
  • Incentiva comportamentos seguros

Além dos treinamentos, a melhoria nos processos acontece quando observamos o trabalho diretamente no local onde ele é realizado.

 

2. Escutar é mais importante do que falar

Durante a prática, o foco não está em fiscalizar, mas em ouvir. A recomendação é praticar a escuta ativa, dedicando cerca de 80% do tempo para entender a realidade dos colaboradores.

Esse ensinamento reforça que:

  • Quem está na operação conhece melhor os riscos
  • O diálogo aberto gera mais confiança
  • Perguntas certas trazem respostas valiosas
  • A escuta contribui para soluções mais eficazes
  • Ao invés de impor, ele convida à construção conjunta de entendimento sobre o que é ou não seguro.

 

3. Segurança se constrói no diálogo, não na auditoria

Um erro comum é associar segurança a inspeções formais. Esse processo quebra essa lógica ao mostrar que a transformação acontece por meio de conversas genuínas.

Por isso, o Safety Walk não é uma auditoria, e sim uma interação construtiva entre liderança e equipe. 

 

Colaboradora da Sodexo, usando uniforme, touca, luvas e avental, conversa com um profissional em uma área de restaurante industrial.

 

4. Identificar riscos é tão importante quanto valorizar boas práticas

Outra dica essencial é que segurança não se resume a corrigir falhas. Reconhecer o que está sendo feito corretamente também é parte fundamental do processo.

Durante a prática, é recomendado:

  • Reforçar práticas e comportamentos seguros
  • Reconhecer boas iniciativas e atitudes
  • Incentivar a repetição de atitudes corretas

Além disso, as observações devem gerar ações de melhoria claras e objetivas.

 

5.  Segurança é uma conquista diária, não um evento isolado

O último e mais importante ensinamento é que a segurança precisa de continuidade. A abordagem não termina na conversa: ele segue com acompanhamento, revisão e evolução.

Entre as etapas fundamentais estão registrar observações, acompanhar as ações definidas, avaliar se as melhorias foram eficazes e revisitar o ambiente e evoluir continuamente

Esse ciclo garante que a segurança das pessoas e dos alimentos não seja apenas pontual, mas parte da rotina.

 

E quando a presença física não é possível?

A Sodexo também adapta essa prática para diferentes realidades com o Safety Walk Virtual, mantendo o foco na conversa e na identificação de riscos mesmo à distância.

Com o uso de tecnologia, é possível:

  • Realizar visitas remotas
  • Conversar com colaboradores em tempo real
  • Avaliar processos e práticas
  • Manter ativa a cultura de segurança

Tudo isso sem perder o principal: o cuidado com as pessoas.

 

Mais do que uma prática, um compromisso diário

O Safety Walk mostra que a segurança das pessoas e dos alimentos vai muito além de protocolos, está nas atitudes, nas conversas e nas decisões do dia a dia.

Na Sodexo, cada colaborador tem um papel essencial na construção de um ambiente mais seguro e na garantia da oferta de refeições seguras para todos. E é por meio da presença, da escuta e da ação que esse compromisso se fortalece. A abordagem é a expressão de uma liderança que se faz presente, escuta com empatia e inspira uma cultura de segurança por meio do exemplo. 

 Três profissionais em área industrial realizam um alinhamento de segurança. Um deles, com colete verde de HSE e óculos de proteção, gesticula durante a conversa, enquanto dois colaboradores da Sodexo utilizam capacete e EPIs, atentos às orientações.

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