Histórias de inclusão e valorização impulsionam a trajetória de colaboradores

Mulher de cabelos longos e pretos, com uma expressão determinada, aparece ao lado de uma frase motivacional: "Eu vou ser vista por quem eu sou!". O fundo é azul e a imagem está enquadrada com uma linha rosa, destacando o texto e a mensagem.

A beleza da diversidade está nas histórias escritas diariamente e, que contam a vida de milhares de pessoas, sejam elas da Sodexo ou não. Por isso, buscamos sempre promover iniciativas, ações e debates para dar luz às histórias sobre pessoas com deficiência e, mostrar assim suas capacidades, habilidades e, principalmente esclarecimentos sobre como promover ainda mais inclusão no dia a dia. Por isso, convidamos você a conhecer alguns relatos de colaboradores que trazem a sensação de acolhimento que a Sodexo proporcionou. 

Visibilidade e respeito 

Quando tinha quatro anos, Mariza Cristina de Oliveira teve meningite e sarampo. Ela se recuperou, mas as doenças trouxeram a perda auditiva. Hoje Mariza faz parte do time Sodexo, trabalha como oficial de serviços gerais e recebe todo apoio necessário dos colegas e da liderança para realizar seu trabalho com eficiência.  

“O processo de inclusão tem que ser verdadeiro e, precisa de atenção. Eu sinto isso na Sodexo. As pessoas procuram me entender, se comunicarem comigo e me auxiliar em tudo que necessito.” Enfatiza a oficial de Serviços Gerais. 

“O processo de inclusão tem que ser verdadeiro, precisa de atenção. Eu sinto isso na Sodexo. As pessoas procuram me entender, se comunicar e me auxiliar em tudo”, enfatiza. 

O sentimento de Mariza é o mesmo compartilhado por Michelli Lopes. Ela tem nanismo e só perdeu o receio que sentia de sofrer preconceito no mercado de trabalho depois que entrou na Sodexo, há 1 ano. Aos 21 anos, Michelli afirma que sua vida se transformou ao entrar na empresa. 

“Aqui eu sou vista por quem eu sou, e não pela minha deficiência. Desde quando cheguei fui muito bem tratada. O pessoal do time de diversidade veio e conversou comigo e, eu tive todo o apoio, toda o suporte necessário. Eu preciso de apoio para os meus pés e eles se prontificaram a comprar para oferecer o melhor para mim”, conta Michelli. 

O gestor de TI Carlos Rigotti está na Sodexo há 17 anos, e diz se sentir confortável o graças ao programa de inclusão. Ele tem cegueira no olho direito, a mesma deficiência que a copeira hospitalar Maria Rocha Franco. 

Maria, que está na Sodexo há um ano, é monocular e não enxerga com o olho direito. Apesar dessa condição, ela não se sente limitada. 

“Eu não sou limitada e acho que a Sodexo me vê como eu me vejo: eficiente. Já trabalhei em outros lugares, mas acho melhor trabalhar aqui porque somos um grupo, uma família. Não fico sozinha. Sempre tem alguém para ajudar”, revela Maria. 

Conheça a história da Micheli e do Carlos

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Conheça a história da Maria e da Mariza

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