Ambiente de trabalho saudável melhora engajamento e produtividade
Estudo global da Sodexo aponta correlação direta entre ambiente físico e prejuízos bilionários por baixa produtividade
A baixa produtividade e a queda no engajamento dos trabalhadores seguem entre as principais preocupações das empresas. Porém, a causa raiz – e também a solução – muitas vezes está no próprio ecossistema físico e pela experiência no local de trabalho. O relatório global “Healthy Places + Happy People = The Dynamic Workplace Experience”, da Sodexo, desenvolvido em parceria com o International WELL Building Institute (IWBI) e a SHAPE, revela que aspectos como ventilação, iluminação, ruído e qualidade do ar influenciam diretamente fadiga, estresse, risco de burnout e sensação de pertencimento no trabalho.
Os dados mostram que profissionais se ausentam, em média, duas semanas ao ano devido a questões de saúde, enquanto o número de pessoas que deixam o mercado de trabalho pelo mesmo motivo cresce quase dez vezes mais rápido do que a população em idade ativa. O impacto financeiro é tangível. A combinação de queda de engajamento e o aumento de doenças ocupacionais gera perdas globais estimadas em US$ 438 bilhões.
Para reverter esse cenário, a Sodexo defende que o escritório deixe de ser visto apenas como um local operacional e passe a atuar como uma ferramenta estratégica de retenção. Isso porque espaços que priorizam conforto e colaboração presencial registram índices mais altos de produtividade. Trabalhadores satisfeitos e felizes são, em média, 13% mais produtivos do que os desengajados, segundo dados correlacionados da Saïd Business School (Oxford).
É neste ponto que a gestão integrada de Facilities e Alimentação se torna um diferencial competitivo. Cinthia Lira, diretora de Marketing da Sodexo Brasil, explica que a produtividade exige uma visão holística do ecossistema de trabalho.
"Qualidade do ar, conforto, serviços eficientes e soluções de alimentação que combinam nutrição, sabor e sustentabilidade não só cuidam da saúde das pessoas, mas também atuam como ferramentas de desempenho cognitivo. Quando a empresa oferece uma infraestrutura que funciona e refeições equilibradas, ela está investindo diretamente em foco, socialização e bem-estar emocional. Cuidar de todos esses fatores é a chave para ter competitividade na atração e retenção de talentos”, afirma Cinthia.
O relatório reforça que a alimentação corporativa, por exemplo, transcende a necessidade biológica. Refeições equilibradas, saborosas e sustentáveis contribuem para energia, concentração e senso de cuidado por parte da empresa, funcionando como uma ferramenta estratégica de desempenho físico e mental, além de promover a socialização e bem-estar emocional do funcionário. O escritório ganha, assim, um papel estratégico e passa a ser um espaço de vínculo e cultura, onde o colaborador se sente cuidado, impactando diretamente sua capacidade de tomada de decisão e entrega.
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